sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Crises Migratórias e Afins

A recente polémica migratória entre a República Democrática do Congo (RDC) e a República Popular de Angola (“banda”), veio despertar no Lopes um novo ódio de estimação. “Eu se vejo um desses Congos à frente, nem sei…”

Apenas um “à parte” (sempre quis fazer um nos meus recados, pelo que agradeço a estas duas nações a oportunidade), para situar os leitores menos informados. Um pouco de informação não faz mal, portanto inteirem-se da situação AQUI.


Voltando ao Lopes…


Ele até nem tinha nada contra o Congo, até hoje. Sempre achou que os piores malandros na terra eram os gregos. Porquê? Ele explicava.

Tinha conhecido um senhor, na sua juventude, que o impressionara imenso. Alguém que lhe contara tudo sobre as barbaridades do Império Grego. Desde então, ele ficara com uma péssima impressão sobre aquele povo. A sua indignação durara até hoje, tanto que se alguém comentava os perigos que ameaçavam a humanidade, como a camada de ozono, a economia mundial ou mesmo o futebol praticado pelo Sporting, ele interferia:

― Eu tenho medo é dos gregos...

E se alguém perguntasse porquê, ele contava com entusiasmo as atrocidades que sabia sobre os gregos (termo genérico que, para ele, incluía todas as raças do Norte da África ao Mar Egeu. Incluindo os gregos). Quando se comentavam as grandes guerras que assolavam o mundo actual, ele limitava-se a dizer aliviado:

- Pelo menos os gregos estão quietos…

E não fosse esta polémica toda e ele jamais descobriria que os gregos são angelicais, comparados aos Congoleses (ou Congos, para ele).

- Eu se vejo um acho que mato. Ai mato… Zairenses**… Pfuuu…



** Mais uma nota de cultura:

República Democrática do Congo, ateriormente denominada de Zaire. O Lopes sabe umas coisas…

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