terça-feira, 15 de setembro de 2009

Transporte Colectivo

Se há coisa que os Angolanos têm para dar e vender (mais vender do que dar, porque o negócio corre-lhes nas veias) é a capacidade de improviso. Um pouco, aliás, à semelhança dos Portugueses. Herança de quem para quem, eis a questão. Mas o que importa é que nisso, ambos são muito parecidos.

A diferença reside, apenas, no facto de o “desenrasque” do angolano ser mais apurado, fruto das maiores dificuldades e carências do seu meio.

Por cá, a pergunta “Vamos fazer mais como?” tem sempre resposta, ainda que tardia. O método pode não ser o ideal, mas desde que sirva a necessidade…

Com tudo isto, não é de estranhar imagens como estas nas estradas Angolanas.





Conseguiram contar as pernas todas?

5 comentários:

Anónimo disse...

Mesmo em Angola, para mim esta não era imaginável...
GT

Tania disse...

Capacete??? Para quê??? Estamos em Angola, né? Essas coisas de segurança, de regras de trânsito, etc., são só para aqueles que se querem armar em diferentes, né?
Bjos
Tânia

Ricardo disse...

Vão 8 pessoas numa mota, mas a preocupação da Tânia são os capacetes... :)

- Xê, cumé então vocês 8 nessa mota?

- Camarada Agente, mas temos todos capacete!

- Ah bom, assim é diferente. Podem seguir.

Anónimo disse...

Ricas, não imaginas quanto me tens feito rir!!!As tuas histórias são o máximo! Esta da mota só é comparável a uma imagem que vi, na Índia, com um autocarro com "milhares" de pessoas penduradas em tudo quanto era sítio! Que capacidade de adaptação!! O máximo! tenho orgulho dos meus conterrãneos!!!

Tania disse...

Ricas, não vale gozar com os comentadores oficiais...
Eu referi os capacetes, pois tu já tinhas referido o número de ocupantes... não se pode repetir comentários, né? Bjos

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